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Campanha #NovembroAzulDiabetes 2017

O Diabetes é uma doença silenciosa e muito grave, que por ser inicialmente invisível e com a capacidade devastadora gigantesca, merece toda a nossa atenção e cuidado. Precisamos conhecer o que está ao nosso redor.

Precisamos passar adiante a verdadeira face desta doença, com informações e cuidados adequados o final desta história pode ser feliz.

Compartilhem o máximo possível vamos levar esta mensagem para toda a rede. Juntos somos mais fortes!

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“Doenças que levam à cegueira são silenciosas”

Paulo Mello Filho

Em entrevista ao #blogVencerLimites, o médico oftalmologista Paulo Augusto de Arruda Mello Filho fala sobre as melhores formas de evitar a perda da visão. “O sistema público não consegue atender a demanda com tratamentos complexos e tem dificuldade em implementar campanhas preventivas”, diz o especialista. O mês de abril é dedicado à prevenção da cegueira e à conscientização sobre a realidade de pessoas cegas ou com deficiência visual severa. Atividades também celebram o Dia Nacional do Braille.

 

“As mais importantes doenças que levam à cegueira cursam de maneira silenciosa, até que danos irreversíveis acometam a visão dos pacientes”, afirma o oftalmologista Paulo Augusto de Arruda Mello Filho.

Segundo o especialista, a única maneira de identificar esses problemas é por meio de exames, como o mapeamento de retina e a tonometria (medida da pressão intraocular). “A consulta preventiva é de extrema importância”, diz Mello Filho.

Na realidade brasileira, recursos de qualidade na área da saúde não estão acessíveis a todos, principalmente para quem depende do setor público. Para o oftalmologista, é fundamental incluir nesse rol os tratamentos farmacológicos intravítreos para as doenças da retina.

“Políticas públicas de conscientização, como parcerias com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, em programas como o Abril Marrom, são fundamentais para a educação da população leiga. Entretanto, o sistema público não tem capacidade de atender a demanda de doenças com tratamentos complexos, tem dificuldade em implementar campanhas preventivas e de planejamento no longo prazo”, comenta o médico.

Paulo Mello Filho ressalta ainda que os tratamentos para as doenças oculares evoluíram muito e cita a cirurgia de catarata como segura e eficaz. “Quando realizada corretamente, restaura totalmente a visão dos pacientes”.

“Para o Glaucoma temos excelentes medicamentos na forma de colírios que controlam a pressão intraocular, mas precisamos avançar no diagnóstico precoce. A retinopatia diabética apresenta melhora do quadro ocular com o tratamento farmacológico intravítreo, com reversão de alterações importantes e restaurando a visão mesmo em casos graves, desde que não sejam crônicos”, conclui o especialista.

Olho

ABRIL MARROM – José Álvares de Azevedo nasceu no Rio de Janeiro em 8 de abril de 1834. Cego, ele foi o primeiro professor a trazer para o Brasil, em 1850, o braille, sistema criado pelo francês Louis Braille que mudou a vida das pessoas cegas em todo o mundo.

Por esse motivo, a data marca o Dia Nacional do Braille. E o mês é dedicado à prevenção da cegueira e também à conscientização sobre a realidade das pessoas cegas ou com deficiência visual severa no País.

“Cerca de 60% das doenças oculares que causam cegueiras são tratáveis. Se a pessoa tivesse chance de um diagnóstico e um tratamento precoce, ela poderia não estar cega”, diz o oftalmologista e ex-presidente do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Suel Abujamra.

Diabéticos, crianças, adultos acima de 40 anos e idosos acima de 60 anos devem ter ainda maior atenção aos cuidados com a visão. Abujamra ressalta que 85% da nossa comunicação com o mundo exterior se dá através dos olhos. “Eles são um patrimônio muito precioso, mas não são tratados com a devida atenção. Isso precisa mudar”, ressalta Abujamra.

Olho

“A verdadeira educação das crianças cegas só acontece quando elas podem dispor de livros em braile”, afirma Regina Oliveira, coordenadora da revisão de materiais em braile na Fundação Dorina Nowill para Cegos, membro do Conselho Iberoamericano do Braile e do Conselho Mundial do Braile.

“Os textos escritos estão constantemente presentes na vida das pessoas que enxergam, por meio de outdoors, manchetes que podem ser lidas em jornais e revistas, legendas de filmes e de outros programas de televisão, além de tantas outras situações do cotidiano. Já as pessoas cegas conseguem ler apenas os textos em braile que lhes chegam às mãos”, explica Regina.

Busto e Imagem de José Álvares de Azevedo

Saiba mais – José Álvares de Azevedo é o patrono da educação dos cegos no Brasil. De família abastada – era filho de Manuel Álvares de Azevedo -, foi para a França em 1844, com apenas 10 anos, para estudar no Instituto Real dos Jovens Cegos de Paris (Institut National des Jeunes Aveugles), onde permaneceu por seis anos. Voltou ao Brasil em 1850 com o propósito de difundir o braile e criar uma escola para cegos. Escreveu e publicou artigos sobre as possibilidades e condições de educação para pessoas cegas.

Louis Braille ficou cego durante a infância e, em 1825, então com 16 anos, ele apresentou a primeira versão do sistema. O ‘Dia Mundial do Braile’ é comemorado em 4 de janeiro, data do nascimento de seu criador, na cidade de Coupvray, em 1809.

Livros em braile devem ser preferencialmente transcritos em papel sulfite de gramatura 120 e cada página em tinta corresponde a aproximadamente três páginas do sistema. “Para que gosta de ler, nada substitui o prazer de ter um livro entre as mãos, sentir o cheiro, virar as páginas em busca de novas revelações ou voltar a reviver as sensações agradáveis do que já foi descoberto”, comenta Regina Oliveira.

Alfabeto em Braille

O braile tem base na combinação de seis pontos dispostos em duas colunas e três linhas, permite a formação de 63 caracteres diferentes, que representam as letras do alfabeto, números, simbologia científica, musicográfica, fonética e informática.

Adapta-se à leitura tátil porque os seis pontos em relevo podem ser percebidos pela parte mais sensível do dedo com apenas um toque. A leitura do braile é feita da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. Algumas pessoas que conseguem ler até 200 palavras por minuto.

O Sistema Braile obedece a regras internacionais de altura do relevo e de distância entre pontos, entre linhas e entre ‘celas’, que são formadas por duas colunas de três pontos. Há combinações para a representação de letras, números, símbolos científicos, notas musicais, fonética e informática.

Pode ser utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, mas nem toda pessoa cega lê o braile. Cada caractere pode ser percebido com apenas um toque da parte mais sensível do dedo indicador (a polpa). Também pode ser escrito à mão, utilizando uma ferramenta chamada reglete e outra chamada punção, que funcionam como caderno e caneta. A escrita manual deve ser feita da direita para a esquerda para garantir o relevo ao virar o papel que foi puncionado.

Fonte: http://brasil.estadao.com.br/blogs/vencer-limites/doencas-que-levam-a-cegueira-sao-silenciosas/?success=true

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Maioria dos pacientes de diabetes tipo 2 ainda desconhece a Retinopatia

veja bem, veja para sempre, por um pais sem cegueira

A campanha Veja Bem, Veja Para Sempre continua com toda disposição no seu objetivo de alertar a população sobre as doenças da retina. Como o foco da atual etapa são os males à visão provocados pelo diabetes, a campanha, por meio da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV) saiu às ruas para ouvir as pessoas. E o resultado foi preocupante.
De acordo com a pesquisa, 62% dos pacientes de diabetes tipo 2 não fazem um acompanhamento regular com oftalmologista especialista em retina. E o pior: 69% dos entrevistados não conhecem a Retinopatia Diabética, principal causa de cegueira entre quem tem diabetes.

Foram ouvidas 932 pessoas que são pacientes de diabetes nas cinco regiões do país. A maioria dos entrevistados (66%) é paciente de diabetes tipo 2. “O desconhecimento da possível cegueira entre os tipo 2 é uma surpresa, enquanto acima de 90% dos tipo 1 têm esta consciência. O estudo traz um alerta preocupante e a necessidade de maior informação. Todos precisam ficar bem atentos e podem se beneficiar pela eficácia dos tratamentos atuais, apontados por 90% das pessoas como responsáveis pela melhora da visão”, destaca André Gomes (foto), presidente da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV).

Na última semana, a SBRV promoveu em São Paulo uma coletiva de imprensa com os principais órgãos de comunicação do país na qual apresentou os resultados da pesquisa. “Seis em cada dez diabéticos tipo 2 desenvolverão a retinopatia diabética ao longo da vida. Não só no diabetes tipo 1, onde a retinopatia pode aparecer mais frequentemente, mas também no tipo 2, as pessoas acima de 60 anos devem ser acompanhadas periodicamente por um especialista em retina para diagnosticar e tratar a doença, diminuindo o real risco de cegueira”, explicou Jorge Rocha, diretor da SBRV.

Dos entrevistados que tratam doenças da retina relacionadas ao diabetes, 87% afirmaram uma melhora significativa na visão a partir de um acompanhamento monitorado por um oftalmologista especialista em retina.

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Tire suas dúvidas: Todo diabético tem mesmo o risco de perda visual?

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Infelizmente, a resposta para a pergunta/título desde texto é: sim. Todo o paciente de diabetes mellitus (o nome completo do diabetes) precisa ficar muito atento em relação à saúde dos olhos, já que a doença provoca risco de perda visual. Para minimizar ao máximo este risco, é preciso adotar duas medidas fundamentais: controlar os níveis glicêmicos e fazer visitas regulares ao oftalmologista.

A grande inimiga dos olhos do diabético é mesmo é a Retinopatia Diabética. Esta doença pode atingir tanto pacientes de diabetes tipo 1 quanto de tipo 2, independentemente da idade. Ela surge quando os pequenos vasos sanguíneos que irrigam a retina passam a ficar danificados por conta do acúmulo de açúcar no sangue, provocando edemas e hemorragias na retina. A visão fica distorcida, borrada, com surgimento de pontos escuros e flutuantes.

Os pacientes acometidos de Retinopatia Diabética podem apresentar ainda o Edema Macular Diabético. Este desenvolvimento da doença prejudica uma parte “nobre” da retina, conhecida como mácula, que é responsável pela visão central e pela identificação das cores. O excesso de açúcar no sangue por longos períodos é o vilão do Edema Macular, pois provoca o acúmulo de líquidos e de proteínas na mácula, levando a um inchaço na região. A hipertensão arterial (pressão alta), outro problema correlato do diabetes, também pode levar ao Edema Macular.

Para se prevenir destas duas doenças, o diabético deve seguir o tratamento à risca passado pelo médico (uso de medicamentos, aplicação de insulina – se for o caso -, além de mudar o estilo de vida, com boa alimentação e prática de exercícios). Mas outra medida fundamental é fazer exames periódicos com um oftalmologista especialista em retina, profissional que vai identificar precocemente o surgimento da Retinopatia ou do Edema Macular. Lembre-se: quanto antes estas doenças forem descobertas, maiores as chances de controle ou mesmo cura.

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Este vídeo vai tirar todas as suas dúvidas sobre o Edema Macular Diabético

Maior causa de cegueira na idade adulta, o Edema Macular Diabético infelizmente ainda é pouco conhecido pela maioria das pessoas. A campanha Veja Bem, Veja Para Sempre luta para mudar esta realidade, e por isso preparou um vídeo especial para esclarecer as principais dúvidas sobre esta doença da retina.

Afinal, o que é o Edema Macular Diabético? A resposta é fácil, e fica bem clara ao assistirmos à animação abaixo. Convidamos todos vocês a assistirem e a compartilhar este conhecimento com seus familiares e amigos.

Juntos, vamos sempre lutar pelo diagnóstico precoce e pelo tratamento correto das principais doenças da retina!

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Exposição com artistas alerta para doenças da retina de forma poética

Fernando Scherer participa da exposição

Fernando Scherer participa da exposição

Está em cartaz, em São Paulo, uma exposição que vai colaborar de forma decisiva para informar a população a respeito das doenças da retina e a melhor forma de preveni-las. Afinal, a ação conta com a participação de artistas e ex-atletas consagrados, que cederam imagens e depoimentos a respeito dos locais que mais gostam de admirar – e como seria difícil ter de abrir mão deste prazer por conta das doenças da retina. Para ilustrar os depoimentos, fotos das belas paisagens são colocadas ao lado de outras distorcidas, simulando exatamente como fica a visão prejudicada por doenças da retina.

A exposição foi batizada como “Veja Bem, Veja Para Sempre”, mesmo nome da campanha que a Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV) realiza com diversas ações desde 2013. O local escolhido para receber a mostra foi a Estação da Luz, local que recebe milhares de pessoas – entre passageiros e turistas – na região central da capital paulista.

Helena Ranaldi, Alessandra Negrini, Isabel Fillardis, Bárbara Paz, Tuca Andrada, os ex-esportistas Fernando Scherer, Zetti e Virna, Alessandra Negrini, entre outros, estão presentes na exposição.

O grande objetivo da SBRV, em parceria com o laboratório Novartis, é informar sobre sintomas e tratamento das doenças que atingem a retina, assim como a importância do diagnóstico precoce a fim de evitar maiores danos à visão. O presidente da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo, André Gomes, resume bem o que mais motiva a entidade: “Queremos conscientizar o maior número de pessoas sobre doenças da retina. Outro objetivo é alertar a população sobre a importância de procurar um especialista para ter acesso ao diagnóstico e tratamento adequados.”

Aproximadamente 10 milhões de brasileiros sofrem atualmente de doenças da retina, e boa parte desconhece o problema.
O acesso à exposição é gratuito, portanto não deixe de conferir e aproveitar para colher as informações disponíveis no local sobre as doenças da retina!

Evento: Exposição Veja bem, Veja para sempre
Data: de 24 de junho a 1º de julho
Local: Estação da Luz, em São Paulo-SP

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Prêmio contempla trabalhos voltados à visão das populações carentes

Estão abertas até o dia 15 de abril as inscrições para o Prêmio de Excelência em Oftalmologia XOVA (eXcellence in Ophthalmology Vision Award), promovido pela Novartis por meio da Alcon – divisão de oftalmologia do grupo farmacêutico.

Lançada em 2010, a ação tem o objetivo de apoiar projetos educacionais inovadores, sustentáveis e sem fins lucrativos, voltados aos cuidados com a visão das populações carentes. A iniciativa é destinada aos especialistas em oftalmologia, incluindo médicos, residentes e enfermeiros.

Para participar, é preciso estar vinculado a um instituto acadêmico ou universidade, ONG (organização não-governamental), hospital ou clínica, já que o prêmio é concedido à instituição.

Para este ano, os incentivos poderão chegar aos R$ 160 mil (cerca de 50 mil euros), distribuídos entre até cinco trabalhos contemplados.

As inscrições podem ser feitas pelo site: www.xovaprogram.org/index.html#app

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DMRI e casa segura: uma combinação recomendável para manter a qualidade de vida

Embora o portador de Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) deva prosseguir se sentindo animado com as práticas do cotidiano, não restam dúvidas de que alguns cuidados também precisam ser tomados. Em especial para os portadores de estágios mais avançados da doença, quando a visão central está prejudicada.

Como temos falado na campanha “Veja Bem, Veja Para Sempre”, a presença e o apoio constante de amigos e familiares a fim de evitar que o portador de DMRI se entregue à doença e ao desânimo são fundamentais. Mas amigos, e em especial familiares, também precisam zelar para que a residência de quem tem DMRI seja segura.

Medidas fáceis de serem tomadas, como ampliação da iluminação, instalação de corrimões (não apenas em escadas, mas também em corredores, banheiros etc) e a aplicação de antiderrapantes nos tapetes são importantes para o bem-estar da pessoa na terceira idade, inclusive, é claro, as que têm problema de visão.

Havendo possibilidade financeira, priorize os televisores grandes a fim de facilitar o acompanhamento de filmes e programas prediletos. Luminárias e abajures também podem ser fundamentais para tornar a leitura mais fácil.

Ajude a manter a casa organizada, para que o portador de DMRI encontre com facilidade o que procura. A cozinha, e a área de serviço, por envolverem objetos e produtos que podem ser perigosos, merecem especial atenção.

São cuidados básicos, que em nada significam a perda da independência. Mas que podem trazer conforto e segurança a quem sofre de degeneração da mácula.

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Proteja seus olhos da radiação solar e ajude a combater a degeneração macular

O verão está chegando e nada mais justo que comecemos a pensar naquela praia maravilhosa ou mesmo em relaxar à beira de uma piscina.

Porém, não podemos nos esquecer da prevenção à radiação solar. Ou seja, de nos prevenirmos dos raios ultravioleta (UV), que podem causar danos à pele e aos olhos.

No caso da visão, sabemos que a radiação solar pode favorecer o surgimento da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI). Isso ocorre porque os raios UV podem causar pequenos danos na mácula, a área da retina responsável pela visão central. Mas o que podemos fazer para nos proteger?

A solução é mais simples e prática do que muitos podem acreditar, já que não envolve medicações ou produtos de alto valor. O uso de um óculos escuros de marcas confiáveis e que bloqueiem os raios UV é essencial. Se você tem olhos claros ou já sensíveis ao sol, prefira óculos mais envolventes, que bloqueiam inclusive os raios que incidem lateralmente.

O uso de chapéus de abas largas também é recomendável, já que também oferecem uma ampla proteção aos olhos. Os homens podem optar por bonés ou viseiras.

O importante é ter com os olhos os mesmos cuidados que já aprendemos a dedicar à pele.

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Conheça os alimentos que ajudam a prevenir a DMRI

Embora seja uma doença sem cura, a Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) pode ter o avanço contido ao adotarmos medidas simples, como uma alimentação saudável.

Estudos comprovam que uma dieta rica em vitaminas antioxidantes (C e E), betacarotenos (ligados à vitamina A), zinco e ácidos graxos (ômega-3) ajuda a prevenir a DMRI. Mas exatamente quais alimentos são ricos nestes nutrientes?

A vitamina C, bastante popular, é encontrada em frutas cítricas, na maçã, e em outros vegetais, como pimentão, espinafre, tomate e batata. Já a vitamina E está presente no abacate, nos vegetais verdes, nas castanhas, no trigo e no óleo de girassol.

Já os betacarotenos são pigmentos de alguns vegetais. Eles são importantes porque, quando consumidos, são convertidos em vitamina A – nutriente fundamental para uma boa visão. O pimentão amarelo, o brócolis, o milho, a alface e o espinafre, além de folhas verdes, são alimentos ricos em betacarotenos. Isso sem falar em frutas, como a laranja, a tangerina e a manga. Outra boa fonte são os ovos.

Os ácidos graxos (ômega-3) estão presentes com fartura nos peixes (como sardinha e salmão, por exemplo). E a boa notícia é que também podem ser encontrados nas nozes, na semente de linhaça e em frutas, como kiwi e amora.

O zinco, por sua vez, é um mineral indispensável no combate à DMRI. Ele pode ser encontrado com fartura nas ostras, mas como sabemos que não é fácil consumi-las no cotidiano, vale citar outros alimentos ricos em zinco: lagosta, caranguejo, e outras carnes mais comuns, como a de boi, frango e porco. Uma boa quantidade de laticínios, além de feijão, cereais, aveia e amêndoas também fornece zinco em quantidade recomendável.

Como se viu, a adoção de uma dieta saudável, rica em verduras, legumes, frutas e peixes, é medida para lá de recomendável (e de fácil adoção) para conservar a saúde da visão.