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Oclusão Venosa Retina

O que é Oclusão Venosa Retina (OVR)

A Oclusão Venosa da Retina, conhecida também apenas pela sigla OVR é a obstrução (bloqueio) de uma ou várias veias que irrigam a retina. Existem dois tipos de OVR, cada uma de acordo com qual tipo de veia foi obstruída.

A Oclusão de ramo da veia da retina (ORVR) ocorre quando há a obstrução de uma ou mais ramificações da veia central da retina. Já a oclusão da veia central da retina (OVCR) ocorre quando há a obstrução da veia central da retina.

Causas Oclusão Venosa Retina

Não existe uma única causa específica para a OVR, mas está claro quais são os fatores de risco que podem levar à doença: idade avançada, pressão arterial elevada, alta taxa de gordura no sangue, diabetes, glaucoma, problemas com a coagulação sanguínea.

Exames e Diagnóstico da Oclusão Venosa Retina

O retinólogo (oftalmologista especialista em retina) pode detectar a presença de OVR por meio de um exame ocular, que que poderá incluir um exame da retina. Também são levados em conta o histórico médico do paciente e o relato de sintomas característicos da doença.

A angiofluoresceinografia é um exame indolor que usa um corante fluorescente para mostrar o local e o tamanho dos vazamentos em sua retina. Já a retinografia e a tomografia de coerência óptica também diagnosticam a OVR, por meio da fotografia do fundo do olho e da análise da espessura da retina.

Tratamento da Oclusão Venosa Retina

É fundamental identificar precocemente a OVR, a fim de garantir melhores resultados do tratamento. A melhoria da dieta e do estilo de vida pode ajudar a impedir que sua condição piore.

Inclua alimentos antioxidantes na sua dieta, além de folhas verdes, frutas cítricas e cenoura.

Mais informações em: www.doencasdaretina.com.br 

 

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Retinopatia Diabética

O que é a Retinopatia Diabética

A retinopatia diabética se caracteriza pelo acúmulo de açúcar nos vasos sanguíneos que irrigam a retina. Este acúmulo vai aos poucos deteriorando as células, que ficam mais permeáveis e acabam formando edemas na retina. Além disso, ocorre acúmulo de material na parede dos vasos, levando a um bloqueio da passagem de sangue até que ocorra um vazamento (hemorragia).

Tais lesões podem levar à distorção das imagens captadas pela retina, que é a parte do olho responsável pela captação da imagem e seu envio ao cérebro.

É importante, portanto, que o paciente de diabetes se conscientize de que a retinopatia é hoje a maior causa de cegueira na população adulta.

Estima-se que 90% dos pacientes de diabetes tipo 1 e 60% dos pacientes do tipo 2 devem desenvolver a retinopatia diabética ao longo da vida.

Vale lembrar ainda que não se trata de uma doença ligada à idade. A retinopatia atinge também adolescentes e adultos jovens, caso eles não controlem bem a taxa glicêmica.

Diagnóstico da Retinopatia Diabética

O retinólogo, oftalmologista especialista em retina, é o profissional indicado para identificar o surgimento da retinopatia diabética. Por meio de fotografias que documentam o fundo do olho é possível enxergar anomalias vasculares, hemorragias, pequenos aneurismas, proliferação de novos vasos, dentro outros.

O exame OCT (tomografia de coerência ótica) avalia as estruturas do fundo do olho. Já a angiografia de retina dá informações sobre o interior do globo ocular, em especial sobre os vasos sanguíneos e nervo óptico.

É importante levar em conta o quadro do paciente diabético e seu histórico glicêmico.

Tratamento da Retinopatia Diabética

O tratamento da retinopatia diabética depende do estágio da doença. Nas fases não proliferativas (quando não há a formação de vasos sanguíneos anormais), dificilmente uma intervenção cirúrgica é necessária. O acompanhamento periódico, porém, segue fundamental para o controle da doença.

Já a fotocoagulação a laser se fará necessária quando há lesões avançadas e a formação de vasos anormais, característicos da retinopatia proliferativa.

Causas da Retinopatia Diabética

A doença é causada pelo excesso de açúcar nos pequenos vasos sanguíneos que irrigam a retina. Este material desgasta os vasos, causando edemas ou obstruções.

Portanto é fundamental que o paciente de diabetes mantenha a taxa glicêmica controlada e faça visitas periódicas ao retinólogo.

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Edema Macular Diabético

O que é Edema Macular Diabético

Antes de explicarmos o que causa o Edema Macular Diabético, vamos falar sobre as partes do olho atingidas por este problema. A retina é responsável pela formação das imagens por meio da captação da luz. É a parte do olho que envia tais informações para o nervo óptico, que os leva ao cérebro. O local nobre da retina, no fundo do olho, é a mácula, responsável pela visão central e pela visão das cores.

No Edema Macular Diabético, ocorre um acúmulo de líquido e de proteínas na região da mácula. A retina fica inchada, e a visão fica bastante prejudicada. Este acúmulo de líquido e proteínas começa por conta do excesso de açúcar no sangue de forma prolongada, o que prejudica os vasos sanguíneos.

O edema macular é silencioso. Ou seja, tem poucos sintomas no início da manifestação da doença. As complicações vão ficando mais sérias com o passar do tempo, quando a visão se torna borrada e distorcida, e pode aparecer uma dificuldade na visualização das cores.

Causas do Edema Macular Diabético

A diabetes mal controlada é a principal causa do edema macular. A hipertensão arterial, um problema correlato da diabetes, também pode agravar a situação. “A hipertensão arterial também é um fator de risco. Por isso, o controle rigoroso da doença ao longo da vida é fundamental para evitar quaisquer complicações”, diz o doutor André Gomes (CRM 59 811 SP).

Também é comum que a perda da visão causada pelo edema macular seja creditada à idade avançada ou a outros problemas de visão (miopia, astigmatismo etc). Obesidade e hábitos sedentários também contribuem para o surgimento do edema macular diabético. Por isso, os pacientes de diabetes devem fazer visitas regulares ao oftalmologista, além de adotarem hábitos saudáveis.

Diagnóstico do Edema Macular Diabético

O controle glicêmico rigoroso, é a principal medida a ser adotada pelos pacientes. Quanto aos exames específicos do edema macular diabético, eles devem ser pedidos pelo retinólogo, o oftalmologista especialista em retina.

“É o retinólogo quem realiza exames específicos de fundo de olho e que são capazes de diagnosticar a retinopatia diabética ou, até mesmo, o edema macular”, prossegue o doutor André Gomes.

O ideal é que os exames com o retinólogo sejam anuais.

Exames e Diagnóstico do Edema Macular Diabético

Os exames para identificar o edema macular são:  OCT (tomografia de coerência óptica), que avalia a retina, a mácula e a coroide. E a angiografia, que

avalia o fundo de olho, a estrutura dos vasos sanguíneos e o nervo óptico.

O exame de acuidade visual, aquele tradicional no qual o paciente identifica letras exibidas, também pode identificar a doença, já que a visão se torna borrada. Porém, neste caso já terão ocorrido danos à visão. O ideal é diagnosticá-la o quanto antes.

Tratamento do Edema Macular Diabético

Outro fato que torna fundamental o diagnóstico precoce é que, no edema macular diabético, o problema pode ser revertido e a visão perdida, recuperada.

Avanços científicos propiciaram o desenvolvimento de medicamentos da classe anti-VEGF para uso ocular. Estes remédios fortalecem as junções entre os vasos sanguíneos, reduzindo o vazamento de líquidos e restaurando a função da retina.

Com isso, a visão pode ser recuperada de forma parcial ou total, dependendo da gravidade da doença e do grau de glicemia do paciente diabético.

Outro tratamento disponível é o laser, um método mais antigo e que não recupera a visão perdida. Cerca de 25% dos pacientes tratados com laser acabam perdendo a visão em até três anos.

O retinólogo é o melhor profissional para indicar o tratamento adequado e efetivo aos pacientes.

Veja o infográfico e saiba mais sobre o Edema Macular Diabético

 

Mais informações em: www.doencasdaretina.com.br