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Aplicativos de última geração auxiliam os pacientes

Uma excelente notícia para as mais de 35 milhões de brasileiros que vivem com algum tipo de deficiência visual. É que foram desenvolvidos e já estão no mercado três aplicativos que auxiliam bastante no cotidiano destas pessoas.

O ViaOptaNav e o ViaOpta Daily estão habilitados com tutoriais de áudio em português e auxiliam em diversas tarefas. Já o ViaOptaSim simula oito doenças da visão, entre elas a DMRI e a Retinopatia Diabética, ajudando também os profissionais de saúde da visão a educar os pacientes sobre tais doenças.

Todos os aplicativos estão disponíveis para os sistemas iOS e Android, além de também funcionarem em relógios inteligentes, como o AppleWatch.

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Colírios podem afetar a saúde se usados de forma errada, sem o aval do oftalmologista

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É preciso ter muito cuidado com o uso dos colírios. De forma equivocada, muita gente pensa que tais produtos estão livres de efeitos colaterais. Ou ainda sequer conhece a forma correta de aplicação, o que contribui para contaminações.
Os colírios devem ser encarados como medicamentos, e sua escolha exige orientação médica. Colírios antibióticos, usados por tempo prolongado, reduzem a resistência imunológica e favorecem o aparecimento de bactérias resistentes. Já os anti-inflamatórios hormonais (com corticoide) podem causar catarata e glaucoma se usados indiscriminadamente.

Sim, é verdade que existem colírios utilizados apenas para lubrificar os olhos, e que portanto são mais inofensivos. Estes colírios são indicado para quem usa lentes de contato ou quem está em contato com poluição, ar condicionado ou fica horas em frente ao computador.
Mas até mesmo esses exigem cuidados! O colírio lubrificante (lágrima artificial) não traz riscos de efeitos colaterais, mas sua fórmula pode conter conservantes que causem alergias (essa informação está no rótulo, mas o ideal é conversar antes com o oftalmologista!).
Para tratar irritações causadas por contato com água do mar, da piscina ou de ambientes poluídos, o mais indicado é usar compressas frias com água potável. Não desaparecendo a irritação em dois dias, procure um oftalmologista. Por fim, é importante ressaltar que nenhum colírio deve ser usado sem prescrição e acompanhamento médico.

O uso correto também é fundamental. Para que a substância ativa do medicamento vá em menor quantidade para a corrente sanguínea, afetando a saúde de outros órgãos, basta uma atitude simples: com o dedo indicador oclua o ducto lacrimal na extremidade interna do olho. Este simples cuidado evita alterações cardíacas em casos de uso de colírio vasoconstritor, por exemplo.

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Saiba mais sobre o humor vítreo e os sintomas do descolamento

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Ao longo da campanha Veja Bem, Veja Para Sempre, temos falado muito sobre a importância de manter a saúde da retina. Agora, no entanto, vamos falar sobre uma outra parte do olho, que também merece atenção – pois seu bom estado ajuda e muito a proteger a retina.

Estamos falando do humor vítreo, ou simplesmente vítreo. Trata-se de uma substância incolor e gelatinosa, que preenche cerca de um terço do olho. Esta substância está em contato direto com a retina, que fica na parte posterior dos olhos, e o cristalino, localizado na parte anterior. O vítreo está sob pressão constante, e é o responsável por manter o formato esférico do olho.

À medida em que envelhecemos, o humor vítreo vai perdendo esta característica gelatinosa e ficando mais “líquido”, o que pode fazer com que ele se separe da retina em alguns pontos. Este processo é chamado de “descolamento do vítreo”.

A princípio, o deslocamento do vítreo não causa maiores problemas. Mas existe um risco, que tem tudo a ver com a retina. É que, em alguns casos, o deslocamento do vítreo pode causar pequenos “rasgos” na retina, o que pode levar ao descolamento de retina – este sim, um problema sério e que precisa ser tratado logo.

O principal sintoma do descolamento do vítreo é o surgimento de manchinhas móveis no campo de visão. São figuras que flutuam e se deslocam de acordo com o movimento dos olhos e que lembram o formato de insetos, teias de aranha, pontos ou linhas. Estas figuras são chamadas de “moscas volantes”. Outro sintoma é o aparecimento de flashes de luz no canto da visão (visão periférica).

Além da idade (a partir dos 50 anos), outros fatores que podem levar ao descolamento do vítreo são a miopia, traumas e/ou inflamações nos olhos e cirurgia de catarata.

Não existe um tratamento específico para o descolamento do vítreo. Mas é preciso evitar danos à retina. Portanto, se você percebeu o surgimento de “moscas volantes” ou flashes de luz, é recomendável que marque uma consulta com um oftalmologista retinólogo. Ele vai fazer um mapeamento da retina para verificar se houve danos.

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Exercícios físicos são importantes aliados da sua visão!

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Visitar regularmente o oftalmologista retinólogo é fundamental para todo paciente de diabetes, não importa a idade. Mas também é fundamental adotar um estilo de vida que colabore para o controle da doença – além, é claro, de seguir à risca o tratamento medicamentoso.

Um estilo de vida saudável, longe do cigarro e do álcool, com uma alimentação balanceada e prática de exercícios físicos regulares mantém o diabetes sob controle, afastando do organismo as doenças correlacionadas – como as que podem atingir os rins, os pés ou os olhos (retinopatia diabética e edema macular diabético).

As atividades físicas podem ser adaptadas às práticas do cotidiano. Subir escadas, cuidar do jardim, caminhar até o trabalho ou mesmo dançar são exemplos de atividades físicas que trazem benefícios ao organismo. O importante é adotar uma rotina, pelo menos de três a quatro vezes por semana!

Andar rapidamente, pedalar, nadar ou fazer hidroginástica são boas sugestões. Mas, antes de adotar a prática esportiva, é fundamental consultar o médico que acompanha o tratamento de diabetes.

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Tecnologia pode trazer problemas precoces à saúde da visão nas crianças e adolescentes

O jornal “A Tribuna”, de Santos (SP), publicou recentemente importante reportagem a respeito da saúde ocular de crianças e jovens nos dias de hoje. Por conta do excessivo uso de tablets e smartphones, a visão pode sofrer com alguns problemas de forma precoce.

Toda vez que a visão foca objetos por um longo período ocorre uma acomodação. Tal acomodação excessiva pode gerar o espasmo do músculo ocular e provocar problemas como a miopia (dificuldade em enxergar de longe). Outro problema frequente é a dor de cabeça.

A matéria de “A Tribuna” apresenta dicas para amenizar o problema, como reduzir as luzes do ambiente enquanto estiver no computador, reduzir o brilho das telas, não se esquecer de piscar e de descansar a vista de tempos em tempos. E, o mais importante: fazer visitas regulares ao médico oftalmologista!

As crianças devem fazer os primeiros exames de vista ainda na maternidade, a fim de identificar possíveis problemas congênitos. A primeira visita ao oftalmologista precisa ser feita entre os 4 e os 5 anos de idade, mesmo que a criança ainda não consiga relatar como está a qualidade de sua visão.

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É possível contornar as dificuldades que surgem com a DMRI

Infelizmente, o surgimento de sintomas da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) colabora para que o paciente se afaste do convívio social ou mesmo de atividades que sempre lhe deram prazer. A leitura ou o acompanhamento de filmes e programas de TV são alguns destes exemplos, já que a DMRI atinge justamente a visão central.

Para a leitura e observação de objetos menores, é muito comum o uso de lupas. De fácil uso e adaptação, estes instrumentos podem ser facilmente utilizados. Há ainda outros aparelhos ópticos mais elaborados, como telescópios (para observação de objetos mais distantes) ou mesmo lentes especiais.

Existem ainda treinamentos de reabilitação visual, que ensinam o paciente a “driblar” as dificuldades no reconhecimento de objetos ou letras.

Tais treinamentos podem ser importantes também para outras atividades diárias, como cozinhar, pegar ônibus ou mesmo trabalhar. Para estes casos, a participação de familiares e amigos é fundamental a fim de auxiliar o paciente nestas tarefas, além de mantê-lo animado e confiante em meio à nova dificuldade.

Converse com seu oftalmologista a fim de receber orientações e dicas para lidar com tais dificuldades.

E, não se esqueça: o melhor mesmo é o diagnóstico precoce da DMRI. Apenas esta medida é capaz de impedir ou controlar o avanço da degeneração e garantir uma vida próxima do normal.

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Ficar muito tempo em frente ao computador prejudica a visão?

Não existem estudos comprovando que a tela do computador causa danos à visão ou acelera o surgimento de doenças, como a DMRI.

Por que, então, ficamos com os olhos cansados, secos e até mesmo com dor de cabeça quando passamos muito tempo no computador? Isso ocorre porque ficamos tão concentrados que passamos a piscar menos, ou até nos esquecemos de piscar.

Portanto, uma medida simples, como piscar bastante, evita que o olho resseque e perca a capacidade de focalizar a tela corretamente.

Também não se esqueça de descansar alguns minutos a cada hora que passa em frente à tela, tirando os olhos daquele ponto específico e espairecendo um pouco a mente.

Outra medida fundamental é ajustar corretamente o corpo e a tela do computador. Ela deve estar sempre na mesma linha da visão, ou um pouco abaixo. Nunca acima. Ah! E não se esqueça de ajustar corretamente o brilho e a nitidez da imagem.

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Saiba como evitar acidentes que podem comprometer a visão

Acidentes com os olhos podem ter resultados irreversíveis, tais como a perda da qualidade da visão e até mesmo a cegueira. Por isso, o melhor remédio é a prevenção.

Cuidados com objetos pontiagudos, com produtos químicos ou mesmo com alimentos muito quentes são fundamentais para evitar maiores problemas.

Acompanhe algumas dicas:

Na cozinha

Deixe sempre o cabo da panela virado para dentro do fogão, a fim de evitar que ela vire em função de algum esbarrão. Mantenha a panela sempre tampada, pois o líquido quente pode respingar e causar queimaduras nos olhos.

Produtos de limpeza

Mantenha-os longe do alcance das crianças. Evite guardá-los nas prateleiras mais baixas de armários ou sob a pia. Eles podem causar queimaduras químicas se acidentalmente entrarem em contato com os olhos.

Crianças longe de objetos pontiagudos

Não permita que crianças brinquem com objetos pontiagudos, como facas, garfos e tesouras com pontas, pois eles representam risco de perfuração ocular.

Plantas

Cuidado com as plantas pontiagudas e espinhosas, que podem ferir os olhos. As que soltam líquido leitoso podem causar irritação.

Cigarro

Não fume próximo a crianças pequenas, muito menos pegue-as no colo se estiver segurando um cigarro. Além de irritar a visão, o cigarro pode provocar queimaduras oculares.

Animais

Oriente as crianças sobre o cuidado em suas brincadeiras com animais (eles podem bicar, arranhar ou morder a região os olhos) e ainda a lavar bem as mãos após suas brincadeiras.

Esportes aquáticos

Ao praticar esportes aquáticos, use óculos de proteção: os germes e os produtos químicos presentes na água podem causar irritações e inflamações nos olhos.

Coçar os olhos

O hábito de coçar os olhos pode facilitar o aparecimento de infecções e desencadear doenças nos olhos. Oriente as crianças sobre isso.

No carro

Crianças de até 10 anos devem ser conduzidas sempre no banco traseiro. Pessoas de qualquer idade devem usar sempre o cinto de segurança: ele é capaz de evitar perfurações nos olhos, em caso de acidente.

No trabalho

Os acidentes com os olhos nos locais de trabalho são basicamente ocasionados por falta de proteção eficiente, iluminação ou ventilação inadequadas e imprudência no manuseio de equipamentos ou materiais com potencial de risco para os olhos. Previna-se de acidentes usando equipamento de proteção adequado à sua atividade e não expondo seus olhos às ameaças encontradas em seu ambiente de trabalho.

Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia